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CONFRONTAR PARA ENSINAR

 





Se você consegue parar diante de alguém, fixar-se nos seus olhos e expressar coisas que serão, para a pessoa, duras de ouvir, mas que você considera necessário que ela utilize o que você pensa para ser mais bem sucedida em algum campo da vida, dê um nome ao seu próprio ato: investimento.






Provavelmente quem recebe de você uma expressão sobre algo que não lhe parece promissor na maneira de pensar ou proceder pode reagir contra você, demonstrar irritação e, em alguns casos, até romper o diálogo ou o relacionamento. Isso é um risco. Por isso, ao investir assim, convém demonstrar como o confronto ou a crítica que você faz tem uma ligação direta com o bem estar ou o sucesso da pessoa criticada ou confrontada.






Nós somente aplicamos nosso dinheiro em ações que nos pareçam promissoras quanto ao possível retorno do capital investido mais adicional de rentabilidade. Somente iremos realmente investir nossas expressões em quem acreditamos ter chances de evoluir. ]






Então, podemos ter clareza para saber em quem investir críticas e confrontos: em quem acreditamos. Assim, criticar ou confrontar desconhecidos ou pessoas das quais não gostamos, com quem não queremos conviver ou de quem não queremos saber se estão ou não sendo bem sucedidas, certamente  será um desperdício. Além do que, nosso investimento não será verdadeiro, podendo ser análogo ou que seria investir numa caderneta de poupança com o depósito de um cheque que, no final, não pode ser compensado por falta de saldo na conta corrente.






Certo será que, na experiência de quem realmente investe suas expressões para ajudar pessoas a serem bem sucedidas, será muito comum encontrar aquelas que ficaram insatisfeitas ao escutarem coisas duras. Contudo, será também comum ouvir, depois de algum tempo: “Muito obrigado! Eu não gostei quando você disse aquelas coisas, mas hoje percebo como foi importante para mim...”






 





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