Sempre iremos nos deparar com pessoas que se posicionam de diferentes maneiras quanto ao grau de contribuição para a realização dos propósitos empresariais. Abaixo, um exemplo de classificação por nível de participação.
Considerar a ordem de baixo para cima:
LÍDER – Assume a responsabilidade de contribuir e ousa conduzir
CONTRIBUIDOR – Sem necessitar de estímulo, envolve-se e contribui
PARTICIPANTE – Ao receber estímulo e solicitação, envolve-se e dá sua ajuda
OBSERVADOR – Não se envolve e não se importa com os resultados
DETRATOR – Intenção de prejudicar os resultados do grupo ou empresa.
Utilizemos essa classificação para analisarmos a força da marca de uma empresa: seu nome e sua logo. Não é muito raro encontrarmos proprietários de pequenas empresas que, de certo modo, odeiam suas empresas. Certamente isso se deve a uma fragilidade da própria percepção, pois, se houver atenção e observação num nível saudável, eles notarão o valor de sua empresa, como algo que foi criado e que, com maltrato, vêm respondendo à altura. São os detratores da direção, aqueles que levam a empresa para a tragédia, sem darem-se conta de como fazem isso. Para saírem de detratores e posicionarem-se como líderes, deverão aprender um pouco sobre como ter humildade suficiente para entender que a empresa é um organismo no mercado e na comunidade e não unicamente um pedaço deles mesmos. E, a partir daí, deverão cuidar dela como tal, como um organismo.
Numa empresa de porte médio ou grande, acontecerá que alguns Dirigentes e Gerentes, por estarem distantes hierarquicamente dos Acionistas (comumente, do mercado de ações), também irão se diferenciar, em termos de grau de dedicação. Existem, num extremo, aqueles que apenas querem explorar a oportunidade na empresa (oportunidade que consideram passageira e cheia de insegurança) e, no outro extremo, aqueles que irão liderar na direção do melhor resultado da organização, sem preocuparem-se com os acionistas, mas com a empresa, a marca e o próprio desempenho. Entre os extremos, existirão posicionamentos intermediários, alguns mais detratores (destrutivos) e outros mais colaboradores (construtivos).
Quando constatarmos nível baixo de dedicação e compromisso nas equipes, uma provável demanda, certamente, será aquela de valorização da marca. Para isso, é necessário que a empresa tenha definidas suas filosofias básicas (missão, visão, princípios...) e as divulgue. Ao divulgar, cria-se a exigência de que todos, inclusive dirigentes e gerentes, as considerem relevantes como bases de suas idéias e ações de coordenação. Serão úteis eventos nos quais todos os componentes de uma empresa aprendam sobre o que significa a marca: aquilo que simboliza a empresa, sua história, sua existência, seu futuro, e que se compõe de equipes formadas pelos indivíduos, voltados para a direção estratégica mais nobre.
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