Há uma tendência para que, nos próximos anos, haja grande crescimento das oportunidades de negócios no mercado de serviços de penitenciárias, com a privatização destas. Juntamente com isso, deverão ser esclarecidos, por força de contratos entre governo e empresas, os direitos dos apenados (condenados e em cárcere).
Ficará esclarecido, por exemplo, que um direito básico de quem está preso é o de não ser punido dentro da prisão, pois a própria prisão já é a punição determinada por lei. Um desejo comum, na perspectiva de muitos, é ver que os criminosos, por terem feito algo detestável, sofram pelo que fizeram mais do que apenas terem que ficar nos limites da prisão.
Alguém desejar que sejam adotadas torturas para impedir que os presos tenham 'uma vida boa' na prisão é uma expressão essencialmente emocional, pois, existe vida boa sem a liberdade de ir e vir? Retirar a liberdade é a grande punição e pode dispensar adicionais torturas.
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